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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

20 pontos turísticos do Rio Grande do Sul que você não pode deixar de conhecer

Confiram abaixo uma seleção com os 20 pontos turísticos do Rio Grande do Sul que não se deve deixar de conhecer:

Pôr-do-sol do Guaíba



O pôr do sol do Guaíba, um dos mais famosos de todo o país, pode ser contemplado durante um chimarrão na Usina do Gasômetro, um passeio pelo Cais do Porto, uma caminhada pelo calçadão de Ipanema ou até mesmo flutuando no próprio lago com o famoso Cisne Branco – que realiza passeios pelas principais ilhas e happy hours a bordo. 

Entre os pontos turísticos mais visitados da capital dos gaúchos, ainda estão:
Casa de Cultura Mário Quintana – É  um dos centros culturais mais importantes do Brasil e está sediado no prédio do antigo Hotel Majestic, local onde o poeta gaúcho Mario Quintana morou entre os anos de 1968 e 1980. Por sua estrutura arquitetônica  (construída em estilo barroco no início do século) e agenda de atividades, recebe, mensalmente, a visita de mais de 40 mil pessoas. 

Catedral Metropolitana - Considerada um dos símbolos de Porto Alegre e motivo de orgulho da comunidade católica no estado, sua história está ligada à fundação e desenvolvimento da cidade, uma vez que fora criada para prestar assistência religiosa aos imigrantes açorianos. Arquitetada pelo professor italiano de Belas Artes, João Batista Giovenale, o templo caracteriza-se pelas linhas que revelam traços da Arte Renascentista.
Theatro São Pedro – O teatro foi fundado em 27 de junho de 1858. Ao passar dos anos, o local foi palco de peças e manifestações artísticas, sociais e políticas. 
Monumento Laçador- Localizado em frente ao antigo aeroporto Salgado Filho, o símbolo da capital dos gaúchos agora dispõe de uma área maior para os visitantes. O Laçador, de 1954, é um dos primeiros monumentos de Porto Alegre em homenagem à figura do gaúcho. Para escolher a peça houve um concurso estadual vencido pelo escultor pelotense Antônio Caringi. 

Parque da Santa Cruz, na cidade de Santa Cruz é um ponto turístico muito procurado e elogiado pelos visitantes, além de ser um local propício para a prática de rappel. O parque possui uma área verde e 12 hectares, onde erguem-se imponentes paredões compostos por três tipos de rocha com 60 milhões de anos: Basalto, Arenito e Buxito. Num dos paredões de arenito está esculpida uma figura de Cristo com 4 metros de altura. Na parte baixa, um anfiteatro com capacidade para 800 pessoas sentadas recebe atos místicos, artísticos e religiosos.
Na parte alta, sobre os paredões, encontra-se um cruzeiro de 20 metros de altura iluminado com neon, que pode ser visto de qualquer ponto da cidade e municípios vizinhos. Do alto do parque, é possível ter uma visão panorâmica da cidade de Santa Cruz do Sul, com o cinturão verde e o lago dourado ao fundo.
Um dos pontos mais bonitos e visitados da Serra gaúcha com certeza é a Cascata do Caracol,  na cidade turística de Canela, com 131m de queda. Quem deseja descer até a base da cascata pode se aventurar pelos 934 degraus e contemplar a vista mais de perto. 

Distante apenas 5Km de Canela, Gramado é considerada a cidade que mais atrai turistas para a serra. Por isso os pontos turísticos são diversos, mas elencamos, abaixo, os mais tradicionais:
Vale do Quilombo - É uma das mais belas vistas de Gramado. Com 850m de altitude o vale possui um mirante na Avenida das Hortênsias.

Igreja São Pedro - Inaugurada em 1942, a igreja de 46m de altura é toda de pedra basáltica e exibe arte nos vitrais com imagens sacras. É uma das maiores demonstrações de religiosidade da comunidade.

Palácio dos Festivais - Sede do Festival de Cinema de Gramado, no período do evento recebe artistas consagrados de diversos lugares do mundo que concorrem ao "Kikito".

Lago Negro - Com árvores importadas da Floresta Negra da Alemanha, daí seu nome, suas águas são profundas e de um verde escuro carregado. Por toda sua margem existe um passeio florido, podendo-se andar a pé ou de bicicleta. Porém, a maior atração do lago são os pedalinhos.

Ainda na Serra, Nova Petrópolis costuma atrair muitos turistas durante a Festimalha – a maior feira de malhas do sul do Brasil. Quem visita a cidade não pode deixar de visitar dois lugares, o primeiro deles é o famoso Labirinto Verde e o segundo é oNinho das Águias, que tem uma visão de 270º da região e do Vale do Caí e é um ponto ideal para a prática do voo livre. 

Caxias do Sul é mais uma cidade da serra bastante procurada pelos turistas, principalmente na época da tradicional Festa da Uva. Quem vai à cidade não pode deixar de conhecer a Paróquia São Pelegrino, Considerada um dos maiores patrimônios artísticos da região. Construída em 1893, na arquitetura destacam-se o relógio da torre, a Estátua de bronze do Padre Giordani e o Memorial da Pedra Fundamental.


Réplica de Caxias do Sul é mais um ponto turístico e histórico muito legal de se visitar. O local conta com conjunto arquitetônico com 20 casas de madeira em homenagem ao centenário da colonização italiana. Reproduz a Catedral Diocesana e o coreto, além das principais avenidas e ruas de Caxias do Sul, conforme as características da época. Mediante reserva de grupos (15 ou 30 pessoas), o espetáculo som e luz convida o visitante a conhecer características, narrativas e músicas do início da colonização italiana na cidade.
Em Bento Gonçalves, a Capital Nacional do Vinho, o principal ponto turístico com certeza é o Vale dos Vinhedos, que é composto por montanhas cobertas de parreiras. O lugar abriga pequenas propriedades rurais que dividem espaço com vinícolas renomadas. Os vinhos produzidos no vale são os únicos do país a possuir o Selo de Indicação de Procedência, garantindo a origem dos vinhos finos.
 
Quem quiser visitar o litoral gaúcho, vai adorar conhecer o Parque da Guarita, em Torres. A cidade é considerada a mais bela praia do Estado, e o parque é um ponto turístico que não pode ficar para trás. A paisagem do lugar é composta por morros, lagos e faixa de praia preservados, com destaque para a Praia da Guarita. É possível praticar atividades esportivas, passeios e caminhadas em suas trilhas e escadarias, além disso passeios monitorados ocorrem de quarta a domingo.

Extraído de: Hagah

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Conheça algumas das simbólicas estações da história de Paris

Escrito por Renata Reps, d'O Estado de São Paulo

Antigo Mercado - Saint Germain-Des-Prés, Linha 4



A igreja de Saint Germain-des-Près marca a chegada ao bairro de mesmo nome. Hoje central e elegante, a região estava fora dos limites de Paris quando a primeira abadia homônima foi construída, no século 11 - as pedras da torre da igreja atual são desta época. É nessa região que ficava também, no século 7, o mercado anual de Paris. Ele durava de três a cinco semanas e lá eram vendidos alimentos, tecidos e peles. Era mais ou menos o lugar onde hoje se situa o Marché Saint Germain-des-Près (marche-saint-germain.com), um pouco mais glamouroso que seu ancestral, com 21 butiques de moda e 5 opções de cafés e restaurantes.

Perto da Pont Neuf, margens do Rio Sena viram praia de veranistas

Seguindo a agitada Rua du Four (foto) - uma das melhores para fazer compras na cidade - até a esquina, no número 26, chega-se a uma parada fundamental para os ávidos pelos milagres da cosmética francesa: a farmácia Citypharma, provavelmente a mais barata de Paris. Sempre repleta de brasileiros, oferece produtos das grandes marcas de beleza com reduções de até 50%. O melhor é ir no fim do dia, para não perambular segurando as sacolas que certamente vão sair de lá bem pesadas.

Para a pausa do almoço, passe no pouco dispendioso Chez Gladines (gladines-restaurant-paris.fr), simpático restaurante especializado em culinária do sudoeste da França. Você vai gastar entre 8 e 13 para experimentar as típicas e generosas porções de saladas de moelas e o frango ao molho basco. Em seguida, os amantes de vinho devem caminhar até a altura do número 6 da Rua do Odéon até a adega Ambassade de Bourgogne (ambassadedebourgogne.com). Os excelentes vinhos vendidos em taças variam entre 4 e 17 - dá até para se inscrever em um dos cursos de degustação.

O Começo - Cité, linha 4



A Île de la Cite é, atualmente, uma das regiões mais nobres e valorizadas de Paris. Trata-se de uma ilha que separa os dois lados da cidade divididos pelo Rio Sena: a margem esquerda, ou Rive Gauche, e a margem direita, ou Rive Droite. É lá que está, por exemplo, um dos maiores atrativos turísticos da capital, a Catedral de Notre Dame. Já a sua vizinha, a Île Saint-Louis, abriga o apartamento em que Chico Buarque reside durante suas estadias anuais na cidade.

Foi em uma das duas ilhas - não se sabe exatamente qual - que se deu o surgimento de Paris. Em 52 a.C., romanos invadiram o acampamento gaulês que ocupava a área, venceram os residentes em batalhas sangrentas e instauraram a cidade gaulo-romana que seria chamada de Lutécia. Na divisão, gauleses ficaram com a Île de la Cite e romanos começaram a expansão da cidade pela Rive Gauche. A Cité, então, é a mais antiga das regiões da cidade e o berço não apenas de Paris, mas de toda a França tal qual a conhecemos hoje.
As margens dessas duas ilhas - especialmente a próxima à Pont Neuf, a ponte mais antiga de Paris - são os pontos mais disputados da cidade por aqueles que passaram todo o inverno ávidos para a temporada dos piqueniques à beira do Sena. No fim do dia, de lá avista-se um dos pores do sol mais bonitos da capital, idealmente acompanhado de um bom vinho rosé que combina com as altas temperaturas do verão. Na Île Saint-Louis, faça uma pequena pausa para o sorvete mais célebre da cidade, da marca Berthillon, mesmo se estiver fazendo frio. Ele é vendido no pequeno café Estérina (31 Rue Saint-Louis en l'Île). Subindo um pouco a mesma rua, você verá a loja Pylones (pylones.com), que tem uma filial no Brasil, no Shopping Iguatemi de São Paulo. Trata-se de uma marca de utensílios domésticos divertidos: objetos para cozinha, artigos de decoração ou gadgets coloridos que são uma graça.
Para uma visita mais introspectiva, a ponta da ilha mais próxima a Notre Dame guarda um monumento em homenagem às vítimas do Holocausto que faz lembrar algumas das obras de Berlim dedicadas ao mesmo tema. É o Memorial dos Mártires da Deportação (www.onac-vg.fr) uma homenagem aos judeus franceses deportados durante a Segunda Guerra Mundial. Da superfície, não se vê muita coisa: a visita começa descendo uma pequena escada que dá para grandes corredores de pedra e uma instalação de 200 mil hastes de vidro que simbolizam as vítimas. Toda a arquitetura do prédio proporciona uma leve e proposital sensação de mal-estar. Em alguns pontos, o visitante percorre o monumento à mesma altura do Sena, e nas paredes pode ler poemas de Paul Elouard e Louis Aragon. Grátis.
Nas Catacumbas - Denfert-Rochereau, linha 4

A entrada das Catacumbas de Paris (catacombes.paris.fr) é tão discreta que poderia passar despercebida não fossem as imensas filas que se formam em torno da praça Denfert-Rochereau para visitá-las - especialmente no verão, quando a cidade é abandonada pelos parisienses e inundada pelos turistas.

As mais de 6 milhões de ossadas começaram a ser depositadas ali em 1786, quando o governo decidiu desocupar o fétido e anti-higiênico Cemitério dos Inocentes, situado em pleno centro de Paris e utilizado como sepulcrário desde a época dos reis francos no século 5º. O passeio é um tanto mórbido e deve ser completamente cortado do roteiro pelos claustrofóbicos: a mais de 20 metros de profundidade, os grandes túneis têm teto baixo e são repletos de goteiras, além de terem uma iluminação propícia para dar ao ambiente ares de Halloween.
No ossuário, a proximidade com os esqueletos é perturbadora. Contudo, as escrituras nas paredes das galerias e os painéis descritivos do processo de construção das catacumbas dão uma ideia mais nítida da simbologia do lugar e de todas as dificuldades de realização de um projeto árduo e trabalhoso. Além disso, é uma visita bem diferente de todas as outras que se faz em Paris.
"Na época da transferência dos ossos, a região ficava fora de Paris. Os limites da cidade como conhecemos hoje só foram impostos em 1860, quando Napoleão Bonaparte decide anexar as periferias à cidade para conquistar o apoio popular", explica o professor de História da Universidade Sorbonne Paris IV, Dominique Barjot. Assim, a região, que fica próxima à Torre de Montparnasse, tem pontos interessantes fora do roteiro clássico a descobrir.
É o caso da agradável Rua Daguerre, onde é possível encontrar todos os artefatos básicos da vida parisiense: belas lojas de queijos, vinhos, frios, floriculturas, pequenos mercados e cafés convidativos, que enfeitam e colorem a via de ponta a ponta.
É no sul de Paris que se situam também as melhores creperias da cidade. Aproveite então para conhecer uma delas: La Belle Ronde, um pouco escondida em uma entrada do número 19, oferece várias opções de qualidade da iguaria bretã. Se estiver com alguma saudade da comida de casa, mas nem tanto a ponto de procurar um restaurante brasileiro, a culinária crioula no Restaurante da Ilha da Reunião (restoiledelareunion.fr) é uma ótima alternativa. Os molhos e temperos africanos das carnes e frutos do mar lembram os nossos - e são uma delícia.
No caminho de volta entre a saída das catacumbas e a estação de metrô, os apaixonados por porcelanas podem encontrar peças originais da famosa cidade de Limoges na loja M.P Samies (porcelainesmpsamie.fr). Na frente da butique, dispostas em pequenas cestas, se encontram peças em liquidação por preços simbólicos. 



sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Desafio: 52 lugares em São Paulo, em 52 semanas

Escrito por Lilian Natal, do Cidade de São Paulo


Está lançado o desafio: o paulistano ou turista pode conhecer o que há de mais imperdível em São Paulo em um ano visitando um lugar por fim de semana.

O paulistano, morador ou visitante que já veio a São Paulo muitas vezes não a explora turisticamente justamente por estar acostumado a ela. Mas nesta metrópole global há muitas coisas interessantes para conhecer e vivenciar.

Para se ter uma ideia, ainda que se fosse em um lugar por dia, um ano não seria suficiente para conhecer tudo de mais legal que há na cidade, afinal são 125 museus, 39 centros culturais, 164 teatros, 53 shopping centers, e mais centenas de galerias, parques, cinemas, feiras de arte e artesanato e até cachoeiras, trilhas naturais e, pasme, até uma comunidade indígena. E isso é só o começo.

Por isso, lançamos um desafio: conhecer um ponto imperdível da capital paulista por fim de semana, totalizando 52 lugares em um ano. Assim, separamos 52 atrativos especiais que não podem ficar fora da lista de qualquer um que diz que conhece bem a cidade. Faça seu roteiro e venha com a gente:


Masp


  1. MIS/ Mube
  2. Museu da Casa Brasileira
  3. Museu do Futebol
  4. Museu da Língua Portuguesa
  5. Museu do Ipiranga
  6. Memorial da América Latina
  7. Memorial do Imigrante
  8. Conjunto Nacional
  9. Itaú Cultural
  10. Casa das Rosas
  11. Catedral da Sé
  12. Mosteiro de São Bento
  13. Bovespa
  14. Edifício Copan
  15. Largo São Francisco
  16. Pateo do Collegio
  17. Theatro Municipal
  18. Mercado Municipal
  19. Centro Cultural São Paulo
  20. Sesc Pompeia
  21. Rua 25 de Março
  22. Bom Retiro
  23. Liberdade
  24. Praça da República
  25. Parque do Ibirapuera
  26. Catavento Cultural
  27. Praça Benedito Calixto
  28. Autódromo de Interlagos
  29. Parque Villa-Lobos
  30. Sala São Paulo
  31. Parque da Água Branca
  32. Rua Augusta
  33. Instituto Tomie Ohtake
  34. Ceagesp
  35. Zoológico/ Zoo Safári
  36. Praça Roosevelt
  37. Jockey Club
  38. Pico do Jaraguá
  39. Edifício Itália
  40. Biblioteca Mário de Andrade
  41. Museu de Arte Sacra / Mosteiro da Luz
  42. Cemitério da Consolação
  43. Estádio do PacaembuRua Oscar Freire
  44. Catedral Ortodoxa
  45. Jardim Botânico
  46. Instituto Butantan
  47. Horto Florestal
  48. Galeria do Rock
  49. Banespão
  50. Cinemateca
  51. Texto extraído de: 
  52. http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/br/noticias/4027-desafio-52-lugares-em-52-semanas