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sexta-feira, 21 de março de 2014

Elis: A Musical

Escrito pela Redação da Time Out SP


Depois de uma temporada extremamente popular no Rio, onde ficou em cartaz por quatro meses o musical biográfico Elis: A Musical chega a São Paulo para continuar contando a história de uma das mais amadas cantoras do Brasil, Elis Regina.
Escrita por um de seus ex-produtores, Nelson Motta – também responsável pelo roteiro da premiada e igualmente popular peça Tim Maia: Vale Tudo, O Musical, sobre outro músico lendário da MPB –, a produção conta a vida de Elis ao som de mais de 50 canções e mash-ups.

Serviço

Teatro Alfa


Endereço Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722
Santo Amaro, São Paulo
Telefone (11) 5693 4000
Preço de R$ 40 até R$ 180
Data 20-23 Mar
Datas alternativas 03-06 Abr, 11-13 Abr, 17-20 Abr, 01-04 Mai, 24-27 Abr, 06-11 Mai, 08-11 Mai, 15-18 Mai, 22-25 Mai, 27 Mai-01 Jun, 29 Mai-01 Jun, 05-08 Jun, 12-15 Jun, 19-22 Jun, 26-29 Jun, 03-06 Jul, 10-13 Jul
Horário de abertura Qui., 21h; sex., 21h30; sáb., 16h e 20h; dom., 17h.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Figurantes vão testar os serviços do novo terminal do Aeroporto de Guarulhos



Procuram-se 4.700 voluntários, metade homens, metade mulheres, a partir de 18 anos, que vivam de preferência em São Paulo ou Guarulhos, dispostos a atuar. Universitários são bem-vindos. O papel: ser passageiro de mentirinha do terminal 3 do aeroporto de Cumbica (Guarulhos, Grande São Paulo), a ser inaugurado em 11 de maio. Inédita no Brasil, a simulação de um terminal de passageiros pretende reproduzir situações reais de funcionamento. A intenção é detectar falhas, de modo a evitar problemas na abertura de verdade, a um mês da Copa. 

Os falsos passageiros farão check-in, passarão no raio-X, usarão as pontes de embarque e até entrarão em um avião -a TAM cederá duas aeronaves, uma que faz voos domésticos e outra que cumpre rotas internacionais. Em outra frente, as esteiras do check-in ficarão repletas de bagagens com jornais velhos, para testar a capacidade de funcionamento. Foram compradas 4.000 malas. Também serão usados areia, metais ou líquidos, para checar se os equipamentos de segurança detectam o que há dentro das bagagens. "Iremos reproduzir no período de testes a operação normal para antecipar os problemas que ocorrem e evitar que aconteçam na abertura", diz Antonio Miguel Marques, presidente da GRU Airport, que administra Cumbica. 

A concessionária investiu cerca de R$ 3 milhões nos testes. Na próxima terça, começam os teste de equipamentos, feitos por funcionários. O sistema de bagagens passa a ser testado a partir de 18 de março. Em 1º de abril, os primeiros "passageiros" entram no terminal -serão 150. A quantidade varia de acordo com o dia. No auge, serão mil passageiros ao mesmo tempo, em 17 e 29 de abril. Os últimos atuarão em 6 de maio, cinco dias antes da inauguração. O terminal 3 servirá a voos internacionais e abrirá com três empresas; até setembro, serão 25. Cada voluntário só poderá atuar em dois dias de teste, que serão das 9h às 17h30. 

SIMULAÇÃO 

Testes antes da inauguração são comuns no mundo. Reinhard Ziler, um dos consultores contratados, já esteve em simulações em mais de 20 aeroportos, entre os quais Munique e São Petersburgo. Serviços assim só existem porque descobrir uma falha com o aeroporto em operação é desastroso. Aconteceu, por exemplo, no aeroporto de Denver (EUA), nos anos 1990. Lá, o sistema automático de distribuição de bagagens quebrou no dia da inauguração. A abertura atrasou um ano e quatro meses. 

O recrutamento de passageiros para Cumbica começou há uma semana, pela agência Playcorp. Contratada pela GRU Airport, a empresa busca "pessoas que tem interesse em ajudar socialmente o Estado de forma positiva", diz a diretora Sabrina Elimelek. O mailing de Sabrina inclui igrejas, escolas de comissários de bordo e pessoas que compõem plateias de programas de auditório. Poucos mais de mil pessoas já se inscreveram. Instituições de ensino de São Paulo e Guarulhos também estão sendo contatadas. A participação de universitários contará como hora de estágio, diz Sabrina. 

A agência e a concessionária providenciarão transporte e alimentação. Os voluntários ganharão um kit com mochila, squeeze e boné. 

Interessados em participar do teste podem se inscrever pelo telefone (11) 3674-9411 ou por e-mail (thais@playcorpeventos.com.br).

Fonte: Folha SP e Estadão

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Conheça o significado de 10 expressões tipicamente paulistanas

Escrito por Tiago Faria, da Veja São Paulo


O que é uma padoca? E um marronzinho? Quem nasceu e cresceu em São Paulonão fica nada bolado diante dessas perguntas. As respostas são simples, sussa, nada embaçadas. Mas para os gringos… Expressões corriqueiras como essas que aparecem nas frases anteriores podem soar como grego.

Para não deixar ninguém perdido no vocabulário paulistano, a SPTuris lançou um site bem, hmm, bacana. O Dicionário Paulistanês (clique aqui para ver) é show: reúne muitas dessas palavrinhas que facilitam a vida de quem vive na cidade e, em muitos casos, deixa bolado até os forasteiros mais esforçados. A página também reúne curiosidades sobre a vida na cidade, os sotaques e os ocasionais (ok, acontece!) assassinatos às regras gramaticais.

Quer ver como funciona? Separamos 10 exemplos de palavras que estão no dicionário, a começar por aquela está lá no topo do post. Acompanhe, mano:

1. Firmeza: 
(Ok) – Afirmativo, ok. Pode significar também “tudo bem”.
Exemplo de uso:
“Firmão no guidão?”
“Firmeza.”

2.  (Ice candy) – Sacolé, chupe-chupe, sacolete, din-din, chupa-chupa, big-bem, juju, gelinho, suquinho, flau.
Exemplo de uso:
“OLHA O GELADINHO!”

3. (Ibirapuera Park) – Verbete que refere-se ao Parque Ibirapuera, localizado no bairro da Vila Mariana.
Exemplo de uso:
“Pega o ônibus 875M-10, que ele passa lá no Ibira.”

4. (Ok/ Sure) – Resposta afirmativa a algum convite. Semelhante a “Demorô”.
Exemplo de uso:
“Já é Ano Novo. Vamos pular as ondinhas?”
“Já é! Bora.”

5. Agente de trânsito da Companhia de Engenharia de Tráfego, cujo uniforme é marrom.
Exemplo de uso:
“Olha o marronzinho canetando, lá.”

6. (In a hurry/busy) – Atarefado ou ainda “tudo bem”, “estou bem”, pois o paulistano adora trabalho. Também pode ser usado como “no maior corre”.
Exemplo de uso:
“Como você está? “
“Ih, na correria. E você?”

7. (Hard) – Difícil, complicado, complexo, trabalhoso, árduo.
Exemplo de uso:
“Fazer dieta é osso.”

8. (Bakery) – Padaria.
Exemplo de uso:
“Vai lá na padoca e compra pão pra mãe, filho?”

9. (Meeting/Gathering in a Shopping/Parque) – Encontro de centenas a milhares de amigos, em geral adolescentes, em um Shopping/Parque. Normalmente é marcado nas redes sociais.
Exemplo de uso:
“Mais de 6 mil pessoas estiveram no rolezinho do último sábado, segundo a…”

10. Expressão afirmativa, o mesmo que “com certeza” ou “sim, vamos”.
Exemplo de uso:
“Tô com fome. Vamos comer?”
“Demorô.”
Texto extraído de: http://vejasp.abril.com.br/blogs/pop/2014/02/11/dicionario-paulistanes/








segunda-feira, 11 de novembro de 2013

"Mônica Parade" espalha 50 esculturas da personagem pela cidade de São Paulo

Escrito por Bárbara Bigarelli, da Revista Época

A personagem criada por Maurício de Sousa há cinquenta anos ganha versões inusitadas e divertidas feitas por artistas como Bruno Honda e Paulo O'Meira.


"Mônica na belle époque", obra de Maramgoní localizada no cruzamento da Av. Paulista
com a Rua Bela Cintra (Foto: Damonilly Azevedo )

Tem Mônica Frida Khalo, Descolada, Pop, Negra, Ogra, Embaixadora e até de aço. A dentuça também ganhou versões com estampas de quadrinhos, ruas, florestas, mini-caveiras e até imagens inspiradas na Belle Époque. A personagem mais famosa de Maurício de Souza e dos quadrinhos brasileiros comemora 50 anos nesse mês e ganha homenagem em forma de 50 esculturas de 1,85m da "baixinha", produzidas por vários artistas e instaladas nas ruas e parques da cidade. O público poderá cruzar com uma delas até o dia 8 de dezembro.

Mônica "Dentuça de Galocha", de Bruno Honda Leite, que pode ser vista na Praça Vilaboim,
em Higienopolis (Foto: John Evans / Editora Globo)

Inspirado no Call Parade, evento que personalizou orelhões da cidade em 2012, o Mônica Parade traz "mônicas" produzidas em fibra de vidro que ganharam desenhos, traços e adereços de 49 artistas escolhidos pelo próprio Maurício de Sousa. O quadrinista também fez a sua versão: a Mônica Embaixadora está localizada na Av. Paulista, 1500, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP). Entre os artistas que criaram versões para a baixinha estão Ana Lage, Bruno Honda Leite, Paulo O'Meira, Renato Guedes, Tikka e Anita Kaufmann.

Criador e criaturas: Maurício de Sousa ao lado das esculturas que formam a
 "Mônica Parade" (Foto: Divulgação)

As obras estão instaladas em 35 bairros da cidade – próximas a ícones arquitetônicos, pontos turísticos, bancas de jornal, parques e unidades do CEU (Centros Educacionais Unificados). Todas estão indicadas no mapa de informações do site oficial do Mônica Parade. Há uma maior concentração das esculturas nas regiões dos Jardins e Bela Vista – caso você caminhe pela Avenida Paulista poderá encontrar com seis dentuças no seu caminho. Coisa para deixar qualquer Cebolinha maluco - e atrair fãs aos montes.

MônicaKhalo (Reynaldo Berto), Mônica em retalhos (Junior Lopes) e Mônica Pop 50 (Lobo) são algumas
das 50 obras espalhadas pela cidade no "Mônica Parade" (Foto: Mônica Parade/Divulgação)

Mônica Parade apresenta a Dentuça de galocha (Bruno Honda Leite), Monicaveira (Danilo Beyruth)
e Mônica na Belle Époque (Maramgoní) (Foto: Monica Parade/Divulgação)